segunda-feira, 7 de julho de 2008


A não perder :)

sábado, 29 de março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

private jokes

"á-á-á-á stingué maná, stingué maná!"

- André

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Caminhadas com água ao fundo

Há coisas que se foram perdendo, como é normal. Os tempos são outros, os hábitos diferentes.
Durante anos íamos a pé até à Barragem, pelo menos parte do caminho. O prémio era um mergulho na água lamacenta, e num ou outro ano, a procura de lagostins. Hoje, a qualidade da água limita os mergulhos.
Foi durante estes passeios que muitas das amizades foram cimentadas. Era uma caminhada, mais ou menos longa (dependia do número de carros, da vontade de ir a pé), sempre acompanhada de bom humor, muitas cantorias (Fui à loja do Mestre André..., O Carro do meu chefe tem um furo no pneu...) e umas olhadelas aqui e acolá ao sexo oposto. Aliás, a distância percorrida dependia em muito de quem nos acompanhava.
Saíamos pelo ABS, há direita e fazíamos aquele caminho a pé até à estrada. Em frente da saída da estrada de areia, havia uma fonte (entretanto o terreno foi delimitado pelo dono). Aí bebíamos a fresca água, e nos acampamentos de crianças fazíamos jogos de roda (Jacob e Raquel, Pisca, Lencinho, etc).
Todas estas actividades eram proveitosas e explicam a fisionomia mais delgada de muitos dos intervenientes na altura. Hoje, e eu sou uma das provas, estão naturalmente mais flácidos. O que não é difícil, vamos de autocarro até às piscinas (uma alegria, o ir de autocarro e a possibilidade de ir às piscinas) e, durante ou após os banhos, comemos os belos croissants. Como não ficar mais flácido?
Mas, são estas pequenas recordações que nos levam àqueles anos. Eram tempos melhores? Eram diferentes. Estamos a falar de mentalidades diferentes, mas também de possibilidades diferentes. Isso altera o espírito dos campistas? Nem sempre. E isso é o melhor.
Mas as saudades? Essas continuam lá!
Um abraço.

Private jokes or ABS Sayings

Fugem, fugem que o Ti Pedro vem aí!
:p

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Monitores

O ABS é marcado, principalmente para os visitantes deste blog, por dois acampamentos, o de crianças e o de jovens.
Ora, esquecendo por momentos o de jovens, demoremos algum tempo no de crianças, algumas das histórias neste blog versam sobre essa semana.
Muitos dos que vão todos os verões até a Farinha Branca ao ABS Jovens passaram inicialmente pelo ABS Crianças.
A pergunta que vos deixo é um convite a lembrar tempos passados.
Lembram-se dos vossos monitores? Daqueles "desgraçados" que durante uma semana tiveram de vos aturar? De vos lavar, limpar, fazer cara feia para dormecerem, que riram e choraram convosco?
De quem se lembram?

Comecemos por mim (duh!) - lembro-me da Bia Biscaia, da minha tia Ilda, da Tia Rosa, do Carlos de Abrantes, do primão Daniel Silva, do Valdemar e da MAria José (da Apec) e há mais que a memória não traz. Ou a cara ou o nome.
Lembro-me da Bia e da minha tia Ilda, no quarto do telhado. Quarto, porque na altura ainda não tinha a divisão, era só um e não dois.
Lembro-me do Carlos e do Daniel em 89.
E vocês, de quem se lembram?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O pior do ABS

O pior do ABS é ir embora...
E arrumar o quarto, porque depois de uma semana com as roupas todas espalhadas a um canto dá uma trabalheira fazer as malas...
E depois é preciso varrer, porque o quarto estava num basqueiro...


terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Quem é quem?





Salvo erro, são todas do 1º ABS, ainda no Pintadinho.
Estas fotos (e outras que virão por aí) foram-me acompanhado, enquanto a minha avó e os meus pais me contavam as histórias do ABS, que volta e meia pedia para ouvir. Eu e o Isma.
São memórias indirectamente nossas :)

Porque há gente que vai mais cedo para o ABS no dia familiar, para jogar futebol...

sábado, 22 de dezembro de 2007

Parece-me que este blog está a perder a um pouco da sua "essência"....de vez em quando gosto de passar por aqui e ver o que se vai escrevendo, e alguns comentários têm-me deixado alguma tristeza. Afinal, “Recordar o ABS” é «o blog onde 365 dias por ano vamos recordar porque é que gostamos do ABS e porque é que queremos lá voltar para o ano». Então porque não respeitar a opinião de cada um? Há sempre algo que toca uns e não toca outros, que uns acham interessante outros acham uma grande seca....
Assim sendo, (como isto anda um bocadinho esquecido...) resolvi finalmente escrever porque é que quero lá voltar para o ano que vem.
Não faço a mais pequena ideia de quando comecei a ir ao ABS, nem me lembro muito bem dos primeiros anos de campista. Mas há de certo algo que nunca esqueci, foi o carinho que tenho pelas pessoas. O que me faz pensar, que realmente não gosto do “ABS”, mas sim das pessoas que lá vão, e que lá estão ano após ano, algumas que como eu também começaram a ir, sem ainda terem noção do que se passava à sua volta.
Este ano conheci alguém, que nos perguntava muita vez o que o ABS tinha de especial e dizia que as condições não eram das melhores. E por isso, tive de pensar numa resposta e logo tentar descobrir como explicar a alguém, que ia ao acampamento pela primeira vez, porque é que o ABS é tão especial. O que é realmente difícil! Não é algo que se explique, simplesmente porque o ABS são pessoas (para mim), e não se explica a forma como elas nos tocaram, como nos ajudaram a crescer na Fé, como nos alegraram, como nos mostraram carinho, como foram amigas e amigos, irmãos e irmãs na Fé, como proporcionaram tantos momentos divertidos, ou o quão é bom vê-las depois de um ano inteiro e passar uma semana na sua companhia.
Para mim o ABS são pessoas que enchem o meu coração de alegria, e que me fazem pensar e sentir o quão bom é pertencer a esta família, à família de Cristo! E por isso aqui está algo que por outras palavras expressa o que sinto e o que disse:

Como é precioso irmão, estar bem junto a ti
E juntos lado a lado, andarmos com Jesus
E expressarmos o amor que um dia Ele nos deu
Pelo sangue do calvário, sua vida trouxe a nós.

Aliança do Senhor eu tenho contigo
Não existem mais barreiras em meu ser
Eu sou livre pra te amar e para te aceitar
E para te pedir perdoa-me irmão

Eu sou um contigo
No amor do nosso pai
Somos um no amor de Jesus